Santiago – Mais de 200 pessoas participaram de uma caminhada de protesto pela morte do já famoso Cãozinho do Parque Zamperetti (Juliano). Todos levaram animais de estimação e cartazes, pedindo justiça. Até uma estátua do cachorro será inaugurada no dia 23 de janeiro, quando sua morte completará um mês.
A Associação Protetora dos Amimais enviará copia da ata à Promotoria e diz que vai acompanhar o processo. De acordo com a Brigada, o suposto agressor já foi identificado. Haverá um inquérito por crime ambiental, cuja pena é de seis meses a um ano.

O caso – Conforme testemunhas, o animal teria sido morto devido a duas pauladas nas costas desferidas por um senhor que descansava com a família, promovendo um churrarsco.
Na versão da esposa do suspeito (que enviou nota à redação), o cão Juliano teria atacado seu cãozinho, momento em que seu esposo o espantou. Ela nega que ele tenha batido nele com o cabo da faca e que ele morreu sabe-se lá de que, algum tempo depois.
A esposa ainda disse à redação que suas crianças não dormem mais e só choram, lembrando que todos na sua família adoram os animais.
Nota do Nova Pauta
Ninguém quer a morte de nem um ser vivo, muito menos de um animalzinho indefeso. Que isso sirva de alerta para que as autoridades também repensem o fato de se fazer churrasco e de levar animais numa área de preservação e descanso. Pedimos também que as pessoas entendam que há órgãos especializados para investigar e julgar o acusado, cujas crianças, esposa e demais familiares não merecem o que estão passando.





