
A empresa Max Melo do Couto Eireli venceu licitação para fazer pavimentação. Então, comprou 140 metros cúbicos de brita por 21 mil na Brita Norte, Santiago. O transporte foi da própria prefeitura. Parte do material foi depositado no pátio da escola Júlio Biasi, e o restante em outros locais.
Algum tempo depois, quando a empresa foi executar a obra, não encontrou mais a brita. Aí solicitou que a prefeitura comprasse novo material. O pagamento acabou não sendo feito no governo passado.
Nesta semana, após análise dos documentos pela atual gestão, os servidores constataram que a brita estava sendo paga duas vezes e uma ocorrência foi registrada.
Obs.: Consta ainda que a Administração anterior teria comunicado a empresa que a brita fora utilizada para outros fins pelo governo municipal.



