DE OLHO NA POLÍTICA
(J.Lemes) O capitão Adriano apareceu com a boca “cheia de formiga” após uma operação na Bahia. Ele era procurado sob a acusação de chefiar a milícia e o grupo de assassinos aos quais estão ligados à morte da vereadora Marielle Franco, Rio. Também era suspeito de se beneficiar do esquema de repasses ilegais no gabinete do senador Flávio Bolsonaro, o qual prestou honrosa homenagem há pouco tempo.
Obs. O ex-senador Roberto Requião (MDB-PR), sempre com um olho na política nacional, afirmou que o autor intelectual do assassinado de Marielle Franco é o mesmo que ordenou a execução do miliciano Adriano da Nóbrega.
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