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| Helena e Ânderson com o Gregório. |
Porto Alegre – Helena, 26, e Ânderson, 21, resolveram morar juntos. Tempos depois, um teste de farmácia revelou: Anderson estava grávido. O bebê nasceu com mais de três quilos, 50 centímetros e recebeu o nome de Gregório. Ele diz que ser transgênero e estar esperando um filho gerou curiosidade e preconceito. “Muitos me perguntaram como aquilo tinha acontecido e eu sempre tinha que explicar como era a minha namorada e como era a nossa relação. Uma vez um senhor indagou: ‘Como uma machorra pode engravidar?’. Apesar de tudo, valeu a pena, pois durante a gravidez me senti pai e mãe do bebê”. (F: Zero Hora).
Indivíduo transgênero:
nem menino, nem menina
O psicólogo clínico e professor Breno Rosostolato diz que: “Ele é sustentado pela identidade sexual; a maneira como se identifica e se reconhece. Nem sempre o corpo confirma o que ele pensa. É o homem que se vê como mulher, mas o corpo não combina com sua identidade e vice-versa. Os transgêneros são os sexos cerebrais. O sexo está ligado ao órgão genital, pênis ou vagina. O gênero é o comportamento, postura e atitude. A pessoa pode ter nascido com o corpo de um homem, sentir-se uma mulher e ter o desejo por uma mulher, ou seja, o transexual pode ser heterossexual ou homossexual.


