O mês de maio começa com uma nova suba nas chamadas bebidas frias (refrigerantes, cervejas, energéticos e isotônicos), que tiveram o imposto aumentado em 10%. De acordo com a Receita Federal, o repasse para os preços finais, no entanto, dependerá de cada fabricante. O governo espera arrecadar mais com o novo imposto. A expectativa é que a mudança acarrete receitas extras de R$ 868 milhões em 2015, R$ 2,05 bilhões em 2016, R$ 2,31 bilhões em 2017 e R$ 3,26 bilhões em 2018.


