
Essenciais para melhorar a saúde pré-natal, as vacinas em gestantes têm uma cobertura bem aquém do esperado pelo Ministério da Saúde. Embora a meta seja de 95%, em 2022 apenas 12% das gestantes brasileiras estão imunizadas com a “dupla adulta”, que previne difteria e tétano, enquanto 30% receberam a chamada “tríplice acelular gestante (dTpa)”, que previne difteria, tétano e coqueluche acelular.
A cobertura vacinal, entretanto, há pelo menos dez anos não passa nem perto da meta: os maiores índices aconteceram em 2013 para a chamada “dupla adulta” (50%), e em 2019 para a dTpa (63%). No Rio Grande do Sul, as taxas de cobertura vacinal de mulheres gestantes são parecidas com os números nacionais. Em 2022, 29% delas receberam a vacina dTpa gestante, enquanto apenas 11% foram imunizadas com ambas as vacinas.(Fonte: Matinal).



