Enfim, serviço feito e o dinheiro recebido (CONTEÚDO EXCLUSIVO DE ASSINANTE)

(por João Lemes) O assunto aborda a condenação, em primeira instância, do ex-prefeito Alcides Meneghini (MDB). Ele foi condenado por ter sido apontado como mandante do atentado a bala contra o sindicalista Giovani Diedrich, em 2018. Meneghini nega e diz que provará sua inocência em segunda instância. A seguir, trechos importantes do processo. Veja o meandros do processo de uma forma clara e objetiva e faça seu juízo de valor.
A trama

Pelo processo na vara Federal de Santiago, Alcides Meneghini teria articulado o atentado juntamente com Caetano e Hélder (seus diaristas). Ambos deveriam dar um “susto” no sindicalista, pessoas essa que havia feito denúncias contra ele. Os pistoleiros teriam recebido mil reais (cada) para o “serviço”. O grupo invadiu a casa da vítima, atiraram, bateram nela e fugiram. Depois, a polícia chegou a todos eles.
O “Véio”
No processo consta um tal de “véio”, a quem se referiam como um dos contratantes, ao lado de Josel Caetano. A juíza indagou se “véio” correspondia à pessoa de Meneghini, bem como informa que, a mando dele, o réu Hélder Rosa fez o pagamento que havia sido acertado ao trio. Ânderson Tormes disse que sim. VEJA MAIS NO SITE DO EXPRESSO



