RS registra primeira morte por chikungunya e segundo óbito por dengue em 2024
O governo do RS confirmou, nesta sexta (4), a primeira morte por chikungunya na história do estado e o segundo óbito do ano por dengue.
De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), a vítima de chikungunya é um homem de 58 anos, morador de Carazinho, que possuía comorbidades. Essa é a primeira vez que a doença resulta em morte no estado.
Até o momento, o RS já registrou 107 casos de chikungunya, sendo 93 autóctones (infecção dentro do próprio estado ou região)– 88 em Carazinho e 5 em Salvador das Missões.
A segunda morte por dengue no estado ocorreu no dia 26 de março. A vítima foi uma idosa de 83 anos, com comorbidades, residente de Cachoeira do Sul, na Região Central. No total, o Rio Grande do Sul já soma 4.703 casos da doença neste ano, sendo 4.159 autóctones.
Surto em Carazinho
- Com 88 casos confirmados, Carazinho tem a maior incidência de chikungunya no RS, quatro vezes maior que o total registrado no estado em 2024.
- Os casos são autóctones e afetam principalmente os bairros Oriental, Vila Rica, Sassi e Hípica.
- Além de Carazinho, outros dez municípios gaúchos registraram casos da doença em 2025.
- Autoridades alertam para a importância de eliminar focos de água parada para evitar a reinfestação do mosquito.
Sintomas parecidos
- Dengue: Febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo e articulações, mal-estar, náusea, vômito, diarreia e manchas vermelhas na pele.
- Chikungunya: Febre alta repentina, dor intensa e inchaço nas articulações, dor de cabeça, manchas na pele, calafrios, vômitos e diarreia.
Prevenção
- Eliminar água parada em caixas d’água, vasos e recipientes.
- Usar repelente para evitar picadas do Aedes aegypti.
- Nos municípios com vacinação disponível, imunizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.
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