Quanto mais avançam as investigações sobre a gestão Vitorio Piffero, mais horrores aparecem. É um assunto constrangedor para os colorados. O lado bom é que se fica a certeza de que os dirigentes não poderão repetir tramoias que são até normais em clubes. Não vá o torcedor imaginar que este é um assunto que é somente do Inter”, disse o comunicador Pedro Ernesto Denardin.
Tudo começa com a reprovação das contas do clube em 2016 e passa por diversas análises até chegar à conclusão do Ministério Público, que deve apresentar denúncia.
As investigações sobre a gestão do ex-presidente Vitorio Piffero entre 2015 e 2016 continuam por parte do Ministério Público, que chegou a definir como “organização criminosa” a administração de Piffero.
Quebras de sigilo bancário solicitadas pelo MP apontam que Carlos Pellegrini teria recebido 94 mil em negociações envolvendo quatro jogadores.
As investigações apontam para pagamentos de propinas pelos empresários dos jogadores Ariel, Cláudio Winck, Alisson e Réver o ex-vice de futebol, Carlos Pellegrini, em valores que chegam a 94 mil.
Os gaúchos Rogério Braun e Fernando Otto e o paulista Giuliano Bertolucci teriam abastecido a conta de Pellegrini com depósitos e transferências bancárias que variavam de 5 mil a 20 mil e ocorreriam dias depois de as transações serem definidas. (F: Zero Hora)



