A concessionária do serviço ferroviário ingressou com uma ação de reintegração de posse. Os moradores dizem que todos têm escritura pública e registro dos imóveis.
Duas mil famílias estão ameaçadas de perderem as casas. Segundo a Rumo Concessionária, os moradores construíram numa extensão em que não poderia haver construções. A empresa informou que o contrato de concessão pede que se preservem as áreas da União.
Obs. Em Santiago há casos bem semelhantes.
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