Santiago – Como é importante a opinião popular, mas tem vezes em que as opiniões são empíricas, ou seja, sem base técnica nenhuma. Vejam a questão desse vaso que derrubaram nas nossas ruas. O motorista bateu, derrubou e se mandou. Quem é o culpado? A prefeitura que colocou esse vaso aí, ora! E não adianta nem dizer que a velocidade máxima é de 40k/h.
Alguém já foi em Gramado, por exemplo. Lá as ruas são cheias de canteiros, vasos, enfeites etc e ninguém bate em nada e, se bater, paga.
Querem ver outra? Quando este blogue sugeriu a retirada dos pínus da beira da 287, já que eles poderiam servir para a fabricação de casas à população pobre e que essa ação salvaria quem por ventura saísse da estrada, choveram comentários do tipo: “As árvores não se mexem, quem bate nelas são os motoristas”. Está bem, e os vasos, se mexem?
O blogue só lembra que se a colocação dos vasos foi errada, errada também é a correria pelas ruas e a falta de responsabilidade de quem bateu e estragou o patrimônio público. E quando falamos em público, ele é de todos nós. (Foto: rede social)



