
Santiago – A Escola Estadual de Ensino Fundamental de Boqueirão desde o ano passado espera pela reforma do telhado, danificado com o vendaval ocorrido em 8 de setembro. Conforme a diretora Márcia Bazzan, no mesmo dia, a Coordenadoria Regional de Educação foi comunicada. Houve vistoria pelo técnico de obras (CROP), o qual fez o projeto e encaminhou como obra emergencial. A Secretaria Estadual da Educação fez a coleta de preços, mas nenhuma empresa mostrou interesse. O processo foi refeito, o valor da obra aumentado (35.790), porém, não há ninguém interessado na obra.

Os danos só aumentam
A cozinha e outra sala já estão sendo atingidas. A direção aguarda o processo retornar da Secretaria Estadual da Educação para ver o que fazer. A diretora Márcia diz que a maior preocupação é com a segurança das crianças. “Já se passaram nove meses e não dá para continuar assim. Cada dia mais frio, mais vento, chuva e é perigoso. Além da educação, prezamos também pela saúde dos alunos”, salientou.
A responsabilidade é toda do Estado
Até os pais já se prontificaram em organizar alguma promoção para arrecadar fundos, mas a escola não pode fazer o conserto porque é uma obra emergencial e de responsabilidade do Estado. Explica que foi preciso se reorganizar e as aulas nunca pararam. As turmas foram realocadas na biblioteca e numa sala menor.



A escola tem 64 anos. Hoje 20 alunos do 1º ao 8º ano frequentam as aulas. Oito professores e dois funcionários (servente e merendeira) trabalham no local.



