
O ex-presidente gastou 13 milhões e 600 em hospedagens
Pela lei, estes dados deixam de ser sigilosos após o fim do mandato As informações sobre os gastos no cartão corporativo não são mais sigilosas.
De acordo com o Estadão, dos 59 tipos de despesas feitas com o cartão, os gastos com hotel foram os que mais consumiram: R$ 13 milhões e 600 mil. As 10 maiores notas fiscais de despesas têm valores entre 115 mil e 312 mil. O Ferraretto Hotel, em Guarujá (SP), onde o agora ex-presidente costumava passar momentos de descanso recebeu 1 milhão e 46 mil.
A informação sobre a publicidade das informações foi divulgada pelo site Fiquem Sabendo. A página havia feito um pedido, por meio da Lei de Acesso à Informação, para que os gastos se tornassem públicos antes ainda do fim do mandato de Bolsonaro. No entanto, não obteve resposta.
Com a troca de gestão, segundo o próprio Fiquem Sabendo, os dados se tornam públicos. Desde 6 de janeiro, os relatórios de gastos no cartão corporativo de Bolsonaro – e de outros ex-presidentes, desde o primeiro mandato de Lula- podem ser acessados no site da Secretaria-Geral do governo federal (neste link).



