
Uma combinação que já havia sido apontada veio à tona nesta segunda (18). A bolsa caiu 1,73% e o dólar subiu para R$ 5,496. Durante o dia, a queda na bolsa encostou em 3%, o tombo se suavizou no final da tarde. Desta vez, a culpa não foi do vaivém da pandemia, mas da preocupação com os desdobramentos da “crise do teto”. O mercado já começa a discutir a possível saída do ministro Paulo Guedes.
A percepção de investidores é de que, com a melhora da popularidade do presidente, aumenta a autonomia de Bolsonaro em relação a Guedes, seu “Posto Ipiranga”.
“Isso é um risco de virada para o populismo em época de eleição. O mercado até já ventilando que Guedes poderia vir a ser substituído pelo atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que poderia ser um nome com menos rejeição”, anotou a jornalista Marta Sfredo, de Zero Hora.



