(J.Lemes)
Seguidamente há discussões sobre o modo de tratar juízes, delegados e advogados. Muitos exigem o termo “doutores” simplesmente porque está na lei. Para mim, todo profissional é doutor em sua profissão e pode ser chamados de qualquer modo, até de doutores se alguém quiser – desde que não seja obrigado a isso -. O que não pode é ser antiético, ter soberba e falsa modéstia. No caso de alguns advogados, o que não pode é perder prazo ou embolsar o dinheiro do cliente como aconteceu em Santiago, São Chico e Jaguari.
Esses doutores, para mim, são uns grandes sem-vergonhas. Caso houvesse uma OAB mais atuante e menos preocupada com algumas coisas fora de sua alçada, esses “doutores” já teriam sido até presos. Vejam lá na OAB: há provas de tudo, mas ninguém pode dar nomes de ninguém porque alguns ainda se autointitulam mais que doutores; se julgam deuses acima do bem e do mal. Quem me duvidar que leia as reportagens que o jornal Expresso fez ano passado sobre os agricultores que ganharam causas da AES Sul e não viram a cor.


