(J.Lemes)
As tais de in(conveniências) fervem de novo. Bacana é o jogo de empurra entre os órgãos da segurança e empresários. Enquanto isso, os foliões vão metendo trago e farra. Neste final de semana havia um guri caído perto de uma “bomba” e todo mundo em roda. Coisas de brigas pela madrugada santiaguense, fruto de algum exagero da “ingesta de álcool”, como diz o major Ney.
Veja algo especial sobre este velho-novo problema no Expresso.
Maconha da desvergonha
Que saudade dos tempos em que os jovens e até barbados se escondiam no meio do mato pra puxar um. Agora eles estão tão “baseados” que fumam na cara dura, nem se dão ao luxo de ver quem está por perto.
Papo e papo
Dia destes liguei numa rádio pra ouvir um programa gaúcho e, de repente, entra um falatório lá de onde o Judas perdeu as botas. Mudei na hora. Esta coisa de surpreender o ouvite com uma conversa fiada, no programa em que ele não está “treinado” pra isso, se foi. Já era! Hoje temos MP3, 4 pra quê?
A propósito: quem vai ao estádio e é atingido por uma bomba de efeito moral, terá moral para chegar em casa e enfrentar a família?



