
Um empresário precisou entrar na justiça para reverter os prejuízos
Em muitos locais, há queda e oscilações de energia, sem falar na demora para restabelecer o serviço. Nesta semana houve reclamações de empresários do calçadão e da região perto do asilo. Outras entidades também se somam à reclamação, pois esse já é o quinto transformador que não resiste à demanda e queima. E não foi por falta de alerta. Há vários meses há muitos pedidos sobre a situação precária nessa área da cidade.
Um empresário perdeu muitas mercadorias porque o transformador sofreu um dano e o reparo demorou a ser feito. Inclusive o proprietário do supermercado que fica em frente ao asilo, ingressou na justiça contra a companhia.
Incontáveis prejuízos
“Numa época de final de ano o consumo de energia é muito grande, visto que nossa empresa tem ar-condicionado para o bem-estar dos clientes e modernos balcões refrigerados para fornecer um produto de qualidade. É lógico que é preciso ter um serviço a contento por parte da RGE”, diz Fernando Behr. Ele contou à redação que descartou carnes, linguiças e outros gêneros (uma empresa especializada vai dar o destino correto).
Culpa de quem?
O empresário diz que foi reclamar na companhia e alguém colocou a culpa no asilo, que esse teria muitos ares-condicionados. “Mas o que dizer das pessoas idosas passando calor e sofrendo? Isso é natural que tem que ter aparelhos condicioandos”, desabafou.

“Precisamos de atendimento capacitado”
“O que nós precisamos é um atendimento capacitado, pois há muito tempo reclamamos de que aquele transformador não daria vencimento para toda a nossa região. Então, não achei outra saída para recuperar os prejuízos e dar um basta de uma vez a um mau atendimento, que não fosse esse ingresso na justiça. Santiago cresce e todos pagam em dia suas contas. Então, nada mais juntos que a RGE nos atender como merecemos”, comentou o empresário.









