O autor critica a falta de compaixão com o ser humano e a superficialidade das discussões online, que ignoram a condição mental do agressor
- Ato de Crueldade: Em Santiago, um morador de rua, identificado no hospital como Davi Valentin, 31 anos, de Santa Catarina, matou um cachorro jogando-o embaixo de um caminhão. Segundo testemunhas, ele pegou os restos mortais do animal e tentou beijá-los. Após o ato, Davi se feriu com uma faca no peito e na cabeça e foi levado ao hospital.
Reação da sociedade
- Nas redes sociais, a morte do animal gerou comoção e revolta. Muitos pedem punição severa para Davi, enquanto outros sugerem castração ou até mesmo assassinato. O autor critica a falta de compaixão e a superficialidade das discussões online, que ignoram a condição mental do agressor.
Estado mental do agressor
- Davi apresenta sinais claros de problemas mentais, tendo inclusive dito a funcionários do hospital que cometeria suicídio após receber alta. Lemes questiona se a sociedade está dando a devida atenção à saúde mental do agressor, em vez de focar apenas na crueldade contra o animal.
Apelo por ação
- O autor questiona para onde Davi será levado após receber alta do hospital e se ele receberá o tratamento psiquiátrico necessário. Ele faz um apelo à assistência social para que tome providências e encaminhe Davi para um local adequado, onde possa receber ajuda profissional. João Lemes enfatiza a importância de priorizar o cuidado com o ser humano e a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre as origens da violência.
- Obs.: a secretária Denise Cardoso (desenvolvimento social) entrou em contato e disse que acompanha o caso junto com a direção do hospital.

RELEMBRE O CASO
- Um malabarista de rua chocou o centro de Santiago ao matar um cachorro e, em seguida, tentar suicídio. Imagens de monitoramento mostram que ele arremessou o animal contra veículos até que fosse atropelado por um caminhão. Após o ato, ele mesmo tentou se jogar sob o veículo, mas foi impedido pelo motorista, com quem entrou em luta corporal. Mais tarde, na esquina do Sindicato Rural, tentou suicidar-se com uma faca, mas foi convencido a desistir por um policial civil de folga. Um bombeiro civil prestou os primeiros socorros até a chegada do Samu, que o levou ao hospital em estado grave, com ferimentos no peito e na cabeça. A suspeita é de surto psicótico. O cachorro pertencia ao irmão do autor, ambos vindos de Santa Catarina.

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