
Santiago – Para muitos, uma carreira no mercado financeiro é vista como sonho. E a jovem Giovana Lima, formada em Administração de Empresas, decidiu largar das oportunidades que tinha nessa área para abraçar algo que gostava: a Astrologia. Não se sentia feliz trabalhando com números, mas encontrava a paz quando se voltava à busca do autoconhecimento e ao estudo dos astros. Segundo ela, a astrologia permite decifrar a influência dos astros no curso dos acontecimentos terrestres e na vida das pessoas, em suas características psicológicas e em seu destino. Hoje, ela atua profissionalmente como astróloga e instrutora de Yôga. E esteve conversando com Sandra Siqueira para o programa “A Pauta é”, fazendo algumas considerações sobre o que se pode esperar de 2023.
Giovana diz que o ano será regido pela Lua e, portanto, isso significa que haverá muitas oscilações. “Assim como a Lua influencia nas marés, também influencia no cultivo, na agricultura e nas próprias emoções”, considerou, salientando que é preciso cada um se autoavaliar, ter um olhar mais forte para dentro de si, rever conceitos, avaliar os planos. “Teremos um ano de regeneração, de reconstrução interna”, ressalta. Com relação às mudanças (para melhor) que a pandemia tenha proporcionado, isso só se verificará em quem buscou isso.

Bolsonaro e Lula
Segundo ela, os signos do ex-presidente e do atual demonstram claramente como eles são e agem, e como isso influencia em suas decisões. Bolsonaro é do signo de áries, por isso tem um pensamento conectado com a ação e também impulsividade, muitas vezes, falta-lhe paciência. É uma pessoa de intensidades e até com dificuldade de expressar o que quer, sem rispidez. Lula é do signo de escorpião, sendo menos impulsivo, mais moderado e de pensamento estratégico, que gosta de observar, pegar o que está nas entrelinhas para se posicionar.
Desafios para o Brasil
A mudança de Governo, segundo Giovana, será de muitos desafios para todos. Ainda vai um tempo em que a polaridade seguirá acentuada, até que as questões políticas se tornem mais equilibradas. Por isso, a questão econômica necessita de maior atenção e cuidado, não só os governos, mas as pessoas, individualmente. O ano de 2023 será para retomar o equilíbrio emocional, que foi abalado por acontecimentos controversos dos últimos meses. O Brasil está sendo observado pelas grandes potências e isso será benéfico, caso as atitudes do Governo sejam pautadas pelo equilíbrio e pacificação.



