
“Somos uma das maiores economias do planeta, um dos países mais importantes e não podemos nos apresentar à comunidade das Nações como uma sociedade permanentemente tensionada em crises intermináveis ou em risco de retrocessos e rupturas institucionais”.
Sete entidades ligadas ao agronegócio divulgaram nota condenando a instabilidade institucional. Os órgãos manifestam preocupação com os atuais desafios à harmonia político-institucional e, como consequência, à estabilidade econômica e social no país.
“Em nome de nossos setores, cumprimos o dever de nos juntar a muitas outras vozes responsáveis, em chamamento a que nossas lideranças se mostrem à altura do Brasil e de sua História”, afirma a carta.
As entidades também se mostram preocupados com a ameaça de uma ruptura institucional e dizem que a instabilidade política traz consequências negativas à economia. “Somos uma das maiores economias do planeta, um dos países mais importantes e não podemos nos apresentar à comunidade das Nações como uma sociedade permanentemente tensionada em crises intermináveis ou em risco de retrocessos e rupturas institucionais. O Brasil é muito maior e melhor do que a imagem que temos projetado ao mundo. Isto está nos custando caro e levará tempo para reverter”, escrevem.
Assinam o manifesto: a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), a Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma), a CropLife Brasil, a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).




