A criação de uma força policial e o uso de tecnologia contra o crime na Amazônia estão entre os projetos que circulam na transição

Na COP27, conferência ambiental promovida pela ONU no Egito, Lula deu ao mundo um de seus recados preferidos: o de que o Brasil voltará a ser protagonista na agenda ambiental e que ele combaterá sem trégua o legado negativo construído por Bolsonaro.
“O Brasil está pronto para se juntar novamente aos esforços para a construção de um planeta mais saudável”, discursou a representantes de governos estrangeiros.
Agora, prestes a assumir o país, a sua equipe prepara um pacote para mostrar que o governo terá outra postura em relação ao tema.
O plano inclui a revogação de 120 decretos — 25 deles logo no dia 2 de janeiro —, a retomada urgente da demarcação de terras indígenas e de áreas florestais protegidas, a recuperação do aparato fiscalização desmontado nos últimos anos, o cerco ao desmatamento crescente com a utilização de tecnologia, asfixia financeira e nova força policial e o combate a grupos criminosos armados que atuam que atuam na Amazônia. (Revista Veja)



