Os milicianos dominam bairros, favelas para extorquir dinheiro dos moradores. Cobram taxas para fornecer gás, internet, TV a cabo, transporte alternativo e até cestas básicas.
Acusado de chefiar a milícia conhecida como “Escritório do Crime”, o ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega morreu baleado pela PM da Bahia. Procurado há um ano, o ex-agente do Bope, contava com uma rede de proteção.
Os mais diversos crimes
O Escritório do Crime foi entrou também no ramo de grilagem de terra e passou a construir prédios para faturar. A milícia ainda fazia agiotagem, ligações clandestinas de energia e pagava propina a policiais e a fiscais. Lavava dinheiro em restaurantes, lojas e, suspeita-se, na criação de cavalos, uma das paixões de Adriano da Nóbrega… Mantinha ainda uma agência de pistolagem para eliminar quem desafiasse as ordens. (Fonte: Crusoé)
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