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| Márcio Cabreira, Miguel Bianchini e Érico Michel, líderes do PPL. |
O vereador Miguel Bianchini deixou a zona de conforto e foi para a de confronto quando trocou o PP pelo PPL. Hoje, como integrante dos partidos da oposição, ele considera ter recuperado a dignidade política em ter a liberdade de falar daquilo que está errado na política santiaguense.
Para ele, o prefeito gasta demais no embelezamento da cidade e deixa de lado muitas coisas importantes, como investir numa política de geração de emprego e dar mais atenção ao povo do interior. O vereador também criticou os altos custos da festa de Carnaval e do aniversário de Santiago: mais de R$ 139 mil, além de gastos que considera excessivos em publicidade.
Pelo jeito, é só o início do arsenal de Bianchini que deverá ter um papel decisivo nas eleições municipais. Para tanto ele já está trabalhando bastante, organizando a estrutura do PPL e participando ativamente das reuniões dos partidos de oposição, onde é apontado como uma liderança, que pode se tornar candidato a prefeito. Mesmo sendo alvo de inúmeras críticas por parte de ex-companheiros, Bianchini diz que não vai se render e continuará firme e forte.



