Em Santiago o ex jogou o carro pra cima de duas jovens. Uma está hospitalizada e ele está foragido (VEJA AQUI)

A média é de 335 por dia; houve aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Coordenadoria Estadual da Mulher do Tribunal de Justiça do RS.
No primeiro semestre do ano, foram 2.082 prisões por violência doméstica no Estado, o que representa 13,6% do total de detidos no RS. Isso representa 15% a mais do que no mesmo período de 2021. Um terço das prisões aconteceram em 10 municípios. (F: Zero Hora)

“A maioria dos homens cumpre a medida, mas sempre que ele descumpre, é preciso que a mulher notifique”.
Segundo a delegada Cristiane Ramos (Delegacia da Mulher de Porto Alegre) há a possibilidade de que o agressor seja preso ao descumprir a medida protetiva, sem que para isso seja necessário que ele cometa nova violência. Mas, para isso, é essencial que as vítimas notifiquem os descumprimentos.
O número de mulheres que acabam vítimas depois da medida é muito menor. Sem o registro, o Estado não sabe onde está essa mulher vítima de feminicídio. Ainda que aconteça, a morte com medida protetiva é exceção. A regra é que a medida funciona. A maioria dos homens cumpre. Mas sempre que ele descumpre, é preciso que a mulher notifique.




