Mundo – Delegações dos Estados Unidos e do Irã se reuniram em Islamabad, capital do Paquistão, neste sábado, para tentar colocar um fim na m0rt3ira e nos ataques que começaram no final de fevereiro. O vice-presidente americano, JD Vance, e o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, estão frente a frente para tentar resolver a boca braba que se formou no Oriente Médio.
Estreito fechado
O clima é de desconfiança. Um cessar-fogo que deveria durar duas semanas quase foi para o espaço depois que Israel bombardeou o Líbano. Como resposta, o Irã fechou o Estreito de Ormuz, que é por onde passa boa parte do petróleo do mundo. Agora, os americanos exigem que o mar seja liberado para o tráfego de navios, enquanto os iranianos querem o dinheiro deles que está congelado no exterior.
Bomba nuclear
O ponto mais difícil da conversa é o programa nuclear. O Irã quer que o mundo aceite que eles podem enriquecer urânio, mas os EUA batem o pé e exigem que eles parem com tudo. O presidente Donald Trump já deu o recado: disse que o Irã só está vivo hoje para negociar e ameaçou reagir com força se a conversa não terminar em acordo.
Encontro histórico
Essa é a conversa mais importante entre os dois países desde a revolução de 1979. É a primeira vez em mais de dez anos que os dois lados sentam para conversar pessoalmente de forma oficial. O mundo inteiro está de olho para saber se essa paz sai ou se a guerra vai continuar castigando a região.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH e Agências de Notícias
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