São Sepé – Quem for a São Sepé verá alguns outdoors do ex-deputado João Luiz Vargas (PDT). Por ora, ele não é candidato a nada. Os outdoors apenas ressaltam sua absolvição no caso do Detran (Fonte: Diário de Santa Maria)
Já há algumas semanas, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) acolheu os embargos da defesa de João Luiz Vargas, ex-presidente do Tribunal de Contas, que era réu na operação Rodin, que investigava fraudes no Detran.
De acordo o desembargador Leandro Paulsen, Vargas não detinha a posse, disponibilidade ou autoridade sobre os valores decorrentes da dispensa irregular de licitação, e por isso não pode ser condenado. Foram quatro votos a favor desse entendimento e dois contra.
Porém, para o Ministério Público Federal, além de sócio de uma das empresas subcontratadas para exames da carteira de motorista, Vargas se valeu do cargo de presidente do Tribunal e do prestígio político para garantir a continuidade da fraude.
Para o desembargador, Vargas chegou a se beneficiar da dispensa indevida de licitação, mas a primeira instância o absolveu desse delito e o Ministério Público Federal não recorreu.
Sem mágoa
“O tempo da mídia é muito mais rápido do que o tempo do judiciário, por isso é que a gente sofre tanto em um processo como este. Sempre tive certeza da absolvição e não carrego mágoa nenhuma deste episódio”, disse Vargas.




