Florianópolis, SC – A rotina da cabeleireira Cláudia Pires, de 55 anos, mudou completamente depois que manchas roxas apareceram pelo seu corpo em setembro do ano passado. O que ela achava que era apenas uma virose se confirmou como leucemia, um diagnóstico que tirou o chão da família e exigiu meses de quimioterapia e muita força para encarar o tratamento.
Presente de Natal inesquecível
A esperança de cura veio através de um transplante de medula e a busca por um doador começou dentro de casa. Irmãos e sobrinhos chegaram a vir de São Paulo para fazer os testes, mas a notícia melhor do mundo chegou na véspera do Natal. Os exames mostraram que a filha caçula, Natália Pires, de 32 anos, era compatível e poderia devolver a saúde para a mãe.
Procedimento foi um sucesso
O transplante aconteceu em março deste ano após um período de preparação. Natália passou pela coleta das células e Cláudia enfrentou 27 dias de isolamento total no hospital, sempre acompanhada pela filha mais velha, Marcela. A jornada foi pesada, com internações e o medo batendo na porta, mas a união da família serviu de alicerce para atravessar o momento mais delicado.
Importância de ser doador
O caso de Cláudia teve um final feliz por causa da compatibilidade familiar, mas nem todo mundo tem essa sorte. Em Santa Catarina, quase 170 pessoas ainda esperam na fila por um transplante. Como a mistura de raças no Brasil é muito grande, a chance de achar alguém compatível fora da família é de uma em cada 10 mil pessoas, o que torna o gesto de Natália ainda mais especial.
Fonte: G1 SC e NSC TV.
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