É o que mostram documentos sigilosos e dados do Ministério Público do Rio, aos quais o site Intercept teve acesso. A investigação preocupa a família Bolsonaro, sendo que os advogados do senador já pediram por nove vezes que o procedimento seja suspenso.

O investimento para as edificações levantadas por três construtoras foi feito com dinheiro de “rachadinha”, coletado no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia, como afirmam promotores e investigadores. As investigações que fecham o cerco contra o filho de Jair Bolsonaro é um dos motivos para que o presidente tenha pressionado o ex-ministro Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o caso, e em Brasília.
Os dados mostrariam que o hoje senador receberia o lucro do investimento dos prédios, de acordo com os investigadores, através de repasses feitos pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega – executado em fevereiro – e pelo ex-assessor Fabrício Queiroz.



