Nacional – A alternativa defendida por Flávio Bolsonaro prevê que cada trabalhador possa escolher quantas horas vai trabalhar e em quais dias da semana. A remuneração seria calculada de acordo com a carga horária cumprida.
O modelo defendido
O candidato do PL afirma que a proposta daria liberdade para quem precisa trabalhar menos e também para quem quer ampliar a jornada e ganhar mais. Segundo ele, os direitos trabalhistas seriam mantidos de forma proporcional às horas acertadas.
A ideia está ligada à PEC 12/2026, apresentada pelo senador Rogério Marinho, do PL-RN, coordenador da campanha de Flávio. O texto amplia o espaço para acordos diretos entre empregado e empregador.
A diferença entre as propostas
O governo Lula apoia o fim da escala 6×1, com redução da jornada semanal e garantia de dois dias de descanso, sem redução salarial. Flávio sustenta uma proposta diferente, baseada em horas trabalhadas e negociação individual.
As críticas
Entidades trabalhistas questionam se há equilíbrio de poder entre empregado e patrão em uma negociação individual. A avaliação é de que a relação dentro da empresa pode limitar a liberdade do trabalhador para discutir jornada e condições de trabalho. (Redação, João Lemes. Fonte: Metrópoles)
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