Acabou há pouco o júri que decidiu o destino de Luiz Augusto Bonotto, sendo que o santiaguense foi condenado a 16 anos e 4 meses de cadeia por ter matado Giovani Altamir Marques com dois tiros em frente à casa da vítima, na rua Independência, ano passado. O júri começou às 9 horas da manhã, levando muita gente ao salão do fórum. Giovani era motorista de transporte escolar e Bonotto desconfiava que ele tinha um caso com sua esposa.
Luiz Bonotto, à esquerda, foi defendido pelos
advogados Dionísio e Isaque.
Plenário lotado por familiares e amigos de Giovani.
A defesa tentou a tese de homicídio privilegiado, mas o júri acatou a de duplamente qualificado, por motivo fútil e pela surpresa. Os advogados de Bonotto irão recorrer.
Embora fosse este um caso complicado, o advogado Dionísio da Costa se saiu muito bem, pois usou muito a questão familiar, já que houve provas (com os telefonemas) de que o réu realmente foi traído.



