
Temendo envenenamento, é comum o presidente somente ser servido após alguém experimentar a refeição, mas a função, em geral, cabe à segurança oficial
A ida de Bolsonaro a um restaurante em Brasília foi acompanhada de uma série de medidas de segurança. Enquanto a presença do presidente na confraternização realizada pelo PL, ainda não estava confirmada, uma equipe do Gabinete de Segurança compareceu ao local para fazer uma varredura. Até aí, um procedimento comum.
A participação de Bolsonaro, no entanto, provocou uma situação insólita. Antes de o jantar ser servido, um funcionário do estabelecimento foi chamado pela equipe de segurança. Conforme o relato de pessoas presentes, esse funcionário, então, experimentou a refeição na frente dos agentes. Somente depois desse procedimento é que o prato foi entregue ao presidente.
Não é de hoje que Bolsonaro acredita que pode ser alvo de um novo atentado e, por isso, recorre a medidas especiais de segurança, como a provadores para assegurar que a comida que lhe é servida não que lhe é servida não está envenenada.



