(J. Lemes)
A chuva não vem, ou será que vem? Como dizia meu tio: quer mentir, fale do tempo.
Hoje teremos Marcelinho na quartaneja do Bola Oito. Se der, estarei lá.
Falando no burro, Marcelinho deixa de fazer dupla com o Kalander. A partir do ano seguinte, ele se mistura com Dionathan Farias, outra grande figura. Baita artista!
Engraçado, como tem gente que gosta de dizer para o Denilson, ao Márcio e a mim que não temos diploma de jornalismo. Eu já lancei até livro (do qual vendi mais de mil exemplares) intitulado Autobiografia de um Autodidata. Isso não é segredo. Não é segredo também que não precisei do diploma para chegar aos 20 anos de jornalismo em Santiago e região.
Dezenas de comunicadores brasileiros e mundiais fizeram sucesso sem a formação acadêmica, mas aqui sempre tem uma cabeça ou outra que não aceita. Têm razão, a crítica nos faz crescer. O que é bom, aproveitamos, o que não presta se vai pelo ralo.
Nosso Expresso está indo para 20 anos, com uma tiragem de 10 mil, atingindo 40 mil leitores. Nosso site passou de um milhão de acessos em poucos meses. A seguir assim, não precisarei do diploma e nem de cargo público. Não digo desta água não bebo, mas assim espero, que eu não beba.
Falando em imprensa, adorei saber das quentes da feira do livro. Dizem que cada metido levou uma no lombo por lá. A saber: uma foi do Carpinejar e as outras foram do Santiago (que é bom, mas é cheio de parte). Mas essa foi bem feito!
Sabem o caso do cara que quase atropelou quatro pessoas? Pois é, elas, no dia, não quiseram registrar ocorrência contra ele. A velha história: “Não vi nada, não sei de nada”. Assim, nada mais que um “simples” acidente de trânsito. As pessoas esquecem que sem elas, a lei não funciona como deveria.
Sabem o caso do cara que quase atropelou quatro pessoas? Pois é, elas, no dia, não quiseram registrar ocorrência contra ele. A velha história: “Não vi nada, não sei de nada”. Assim, nada mais que um “simples” acidente de trânsito. As pessoas esquecem que sem elas, a lei não funciona como deveria.


