“Don Felício e o BIBIANO, cambiando
com o Juvenal no velho estilo pampeano”
A música de Pedro Ortaça, “Bailanta do Tibúrcio” nada tem a ver com os problemas no partido do presidente Bolsonaro, PSL, mas vale lembrar do nome incomum do ministro que está no olho do fucarão, o Bebianno.
“Vou contar de uma bailanta que existiu no meu pontão, indiada do queixo roxo,
que nunca froxou o garrão. Vinho curtido em barril e cachaça de borrachão. Os gaiteiros que eram buenos davam a mostra do pano, o Carlito e o Dezidério, o Felício e o BIBIANO, cambiando com o Juvenal no velho estilo pampeano”…
Em entrevista à revista Crusoé, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, afirmou que está sob ataque público de Jair Bolsonaro porque o presidente tem “medo de receber algum respingo” das investigações sobre a existência de candidatas laranjas do PSL nas últimas eleições.
Não saio e pronto!
A temperatura da crise se elevou após o presidente “rifar” Bebianno ao dizer que ele poderá “voltar às origens” caso fique comprovado seu envolvimento em suspeitas de desvio de recursos eleitorais. Só que Bebianno já avisou que não pede demissão e que só sai demitido pelo presidente. Ninguém duvida também que possa deixar o governo atirando.
“No RS não houve
pressão para formar laranjal”
Ex-presidente do PSL no RS e candidata ao Senado disse em Zero Hora que estava aliviada por ter saído do partido. Carmen Flores ficou surpresa com as suspeitas de irregularidades nos financiamento da campanha em Pernambuco e Minas. Segundo ela, no RS não houve pressão para o chamado laranjal.
Na foto acima, Carmem Flores, Mourão e Heinze, em Santiago.
“Quando ligava para Bebianno, ele dizia que não tinha dinheiro. Recebi apenas 200 mil para a campanha. Estou feliz por ter saído desta cama de gato”, diz Carmen.
Obs. Bebianno (atual ministro) é suspeito de ter favorecido o esquema em Estados como Pernambuco.





