Porém, deve haver a possibilidade de que os municípios flexibilizem as atividades conforme ocupações de leitos hospitalares
Após os resultados da pesquisa da Universidade Federal de Pelotas, o governador Eduardo Leite deve decidir, mas a tendência que ele estenda a restrição até 30 de abril. Com isso, a economia e a própria arrecadação do Estado e municípios ficam estagnadas até lá.
(A informação é de Rosane Oliveira – Zero Hora)

Pressão e mais pressão
O governador recebe pressão das federações empresariais, que esperam a liberação das atividades, mas mantém a disposição de só afrouxar com base em dados da evolução dos casos. Os dados positivos do estado que vêm conseguindo achatar a curva de contaminação e tem um baixo índice de mortes, são usados como elemento de pressão para afrouxar as restrições.
“Não podemos correr riscos”,
diz o deputado Antunes
O deputado Frederico Antunes (PP), compreende a pressão dos empresários, mas adverte que não se pode colocar em risco o que foi conquistado aqui. “A sanga é funda, larga e tem correnteza. Agora que estamos começando a botar o queixo pra fora, não podemos correr o risco de naufragar”, disse Antunes.
RS sob controle, mas no
país a situação é alarmante
Embora os números do Rio Grande do Sul indiquem que a situação está sob controle, no Brasil os dados começam a ficar alarmantes; em 24 horas foram 204 mortes, um crescimento de 15%, elevando o total de óbitos para 1.532. São 25,262 casos confirmados, mas só São Paulo tem 16 mil testes aguardando resultado.
As demissões em
Santiago já começaram
Os dados são referentes a março e primeira semana de abril
Até agora foram quase 40 demissões. Mais de 20 delas ocorreram no comércio; nove em postos de gasolina e em algumas universidades. Houve também alguns acordos trabalhistas e suspensão de contratos por 30 e 60 dias de 25 empregados. Outra medida adotada foi a redução 70% dos salários de 50 contratados (com horário de trabalho também reduzido, sendo que o governo complementa).



