
O governo do RS oficializou que seguirá a recomendação do Ministério da Saúde de reduzir de seis para cinco meses o intervalo mínimo de aplicação da dose de reforço para os adultos (a partir de 18 anos) que estiverem com o esquema vacinal completo contra covid.
Permanece, no entanto, a prioridade do procedimento para idosos, trabalhadores da saúde e imunodeprimidos (estes últimos com prazo menor entre a segunda a terceira doses, que é de 28 dias). Para quem tem menos de 60 anos, devem estar na frente da fila os indivíduos com comorbidades e outros fatores de risco.
A Secretaria Estadual da Saúde calcula que quase 340 mil pessoas entre 18 e 59 anos que se enquadram nesses casos. São pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, moradores de comunidades indígenas, quilombolas ou ribeirinhas, além de moradores de rua, detentos e funcionários de presídios.
Para as pessoas saudáveis nesse faixa etária, a chance do reforço dependerá da disponibilidade de doses.
Doses em atraso
Cerca de 1 milhão já estão aptos mas ainda não procuraram o reforço vacinal. Há, ainda, aproximadamente 870 mil pessoas com a segunda dose em atraso. Dentre esses, a maioria é do sexo masculino e na faixa etária conhecida como adultos jovens (18 aos 20 anos).



