
Estado segue classificado na bandeira preta no modelo de distanciamento controlado, e com a cogestão suspensa
O RS permanecerá na bandeira preta pelo menos até 21 de março e com a suspensão do sistema de cogestão, não permitindo a flexibilização pelas prefeituras.
A pressão sobre a capacidade de atendimento hospitalar aumenta. Quase todos os leitos de UTI do RS estão ocupados, apesar do recente aumento de 3% nas vagas. Pela terceira semana consecutiva, o RS está classificado em bandeira preta. A definição já havia sido antecipada pelo governador Eduardo Leite.
“Há 30 dias tínhamos 800 pessoas em UTIs. Depois, passou para 2 mil e 400 em 30 dias. Se esse ritmo continuasse, teríamos de triplicar o número de leitos, o que é inviável. Esse é o tamanho do nosso drama”, afirmou o governador.
A capacidade hospitalar foi ampliada em 137% desde o início da pandemia, em março de 2020. Há ainda a previsão para inauguração de 183 novas unidades nos próximos 10 dias.
— Não há país no mundo que tenha conseguido superar o coronavírus, ou pelo menos conviver com o vírus, apenas com aumento de leitos, porque a solução efetiva é a vacina.



