Fernando Haddad (PT) tentou afastar de si a vergonha pela corrupção que recai sobre seu partido. Em entrevista ao SBT, disse que não se sentia constrangido com os escândalos. “Não existe perdão à corrupção, garantido o amplo direito de defesa e sem que haja perseguição política. Quem comete os atos ilícitos são pessoas, não partidos”, argumentou. Também Citou o exemplo dos tucanos Aécio Neves (MG), Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR), que são acusados de corrupção, para explicar seu ponto de vista.
Bolsonaro volta a
elogiar o coronel Ustra
Bolsonaro (PSL) voltou a defender o coronel Ustra (1932-2015), reconhecido como torturador pelo Superior Tribunal de Justiça. Na entrevista ao SBT, o presidenciável lascou: “Você tem que botar ele de um lado e os que ele combatia do outro. Ele prestou um grande serviço ao Brasil. Ele fez parte de um momento da história do Brasil. Interrogava as pessoas e buscava desarticular movimentos terroristas”. Seu adversário Fernando Haddad (PT) quer que Bolsonaro se retrate por declarações favoráveis à ditadura militar.




