Água fora em Santiago
E em Santiago, uma assinante do Expresso trouxe esta foto de hoje pela manhã. Disse que estava no mercado e viu a cena na casa em frente. Ao ver a senhora lavando tapetes e calçada foi lá e perguntou o por que ela agia assim, desperdiçando água nesta época de seca. A senhora então respondeu que não sabia da falta d’água e que tinham que falar isso à patroa dela.
É por isso que se diz: consciência, uma palavra que não deveria existir.
A seca que atinge o Estado há seis meses revelou as ruínas de uma antiga vila que há mais de 40 anos esta aembiaxo d’água em XV de Novembro, perto de Cruz Alta. Hospital, frigorífico, fábrica, lojas e muitas casas desapareceram debaixo da água em 1971, quando foi construída a barragem do Passo Real, na época divisa dos municípios de Cruz Alta e Ibirubá.



