
Pressionado por energia elétrica e combustíveis, o IPCA alcança 1,16% no mês, a taxa mais elevada desde 1994. No período acumulado de 12 meses, o indicador atinge 10,25%, voltando ao patamar de dois dígitos, que não se via desde 2016.
Em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 1,16%, a maior taxa para o mês desde 1994, ano de início do Plano Real. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 10,25%. Desde 2016, o país não via a inflação anual no patamar de dois dígitos, o que tem consequências diretas não só para o bolso do brasileiro, mas também para as perspectivas de emprego, crédito e crescimento da economia. No ano, o IPCA mostra variação de 6,90%, bem acima do teto da meta definida pelo governo, de 5,25%.



