
Um olhar pode revelar muitas coisas: fazer alguém se apaixonar, demonstrar a seriedade, a sinceridade, a alegria. Mas o olhar também pode revelar se a saúde daquela pessoa está boa, se ela tem pré-disposição para alguma doença e até mesmo apontar caminhos para um tratamento.
E esse ponto de vista sobre os olhos é defendido pelo terapeuta Claudiomir Rogério Lang, que é especialista em Iridologia, formado em Naturopatia (Lisboa-Portugal) e pós-graduado em Neuropsicologia. Ele também é Doutor em Microsemiótica Irídea pelo Centro Universitário de Minas Gerais e Master em Terapia Flor de Íris e Biografia Humana: Familiar e de Casal. Ou seja: é um profissional que estudou muito sobre os segredos que escondem um olhar. Ele foi entrevistado pela jornalista Sandra Siqueira no programa “A Pauta é” e falou sobre o seu trabalho.
Como funciona
De acordo com Claudiomir, no Brasil, a Iridologia é considerada como uma medicina alternativa, não convencional, mas em outros países ela é mais reconhecida. Ele diz que a consulta se dá através de um mapeamento de toda a íris do olho, onde ficam marcadas desde as emoções mais intensas até a questões da saúde, de necessidades de nutrição, problemas que podem ser tratados: nos rins, bexiga, vesícula e até mesmo câncer.
Experiência
Pela experiência que possui, só de olhar nos olhos de alguém, o terapeuta já consegue detectar algumas questões, que são aprofundadas com mais detalhes através dos exames iridológicos. Claudiomir diz que até a cor dos olhos reflete o comportamento psicológico da pessoa.
Consulta
A consulta com o terapeuta demora em média uma hora, período em que ele faz as observações da íris, tira fotos e faz as comparações com os mapas iridológicos, sendo possível detectar traumas, inflamações e até tumores em qualquer órgão do corpo, que tem as suas ramificações com os olhos, que não são exatamente uma janela para a alma, mas uma vitrine do corpo.
O iridologista Claudiomir Lang atende em Santiago na Policlínica Pas e agendamentos com ele podem ser feitos pelo fone: (55) 99966-1649.



