
Com o aumento do consumo de peixe durante a Semana Santa, os casos de engasgo por espinhas tornam-se mais comuns. A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial alerta que esses acidentes podem resultar em lesões graves e demandam assistência médica de emergência.
Crianças e idosos são grupos de maior risco, pois a deglutição ainda não está totalmente desenvolvida e há dificuldade de mastigação devido à dentição comprometida.
Para prevenir o engasgo, é necessário inspecionar bem o alimento, dividir em pequenas porções e mastigar muito bem o peixe.
Caso ocorra um engasgo, é importante manter a calma e evitar seguir ritos populares, como o hábito de comer pão ou farinha, pois isso pode prejudicar a localização do fragmento.
O médico otorrinolaringologista pode retirar a espinha em consultório ou ambiente hospitalar. Em caso de perfuração, é essencial buscar assistência médica de emergência.



