O jornal Gazeta do Povo diz que o evento foi promovido na Universidade Federal do Paraná, contou com o patrocínio de estatais como a Caixa Federal, Itaipu Binacional e Correios, além do Governo Federal. O agronegócio foi duramente criticado, sendo descrito como um “modelo da morte” que envenena solos e corpos e gera desigualdades sociais e ambientais. (veja aqui).
As críticas ao agronegócio geraram reações, incluindo um pedido de informação pelo deputado Alceu Moreira sobre os patrocínios concedidos.
Jornada de Agroecologia:
A 21ª Jornada de Agroecologia reuniu diversas atividades, incluindo shows, oficinas e conferências com figuras como o frei Leonardo Boff e João Pedro Stédile do MST. O evento culminou na aprovação de uma carta que defende a agroecologia como uma ciência conectada à ancestralidade, criticando práticas do agronegócio e propondo uma transição agroecológica.
Reações e Controvérsias:
As críticas ao agronegócio geraram reações, incluindo um pedido de informação pelo deputado Alceu Moreira sobre os patrocínios concedidos. A carta do evento também misturou questões econômicas com temas progressistas, como opressão de gênero e raça, provocando discussões sobre o papel do governo e das estatais neste tipo de evento.
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