Três pessoas foram indiciadas por homicídio, sendo que duas delas foram presas. A Polícia afirma que atirador agiu a mando de presidiário, mas que vítima não tinha relação com o grupo.

A Polícia Civil concluiu que a jovem de 21 anos, Ludmila Viana da Silva foi assassinada por engano. A investigação descobriu que um homem foi contratado por um presidiário para matar alguém, mas acabou atirando em Ludmila por engano.
A polícia indiciou três pessoas, sendo que dois foram presos preventivamente.
O atirador e um motorista de transporte por aplicativo foram indiciados por homicídio qualificado, roubo majorado e associação criminosa.
A companheira de um dos presos também foi indiciada pelos mesmos crimes, mas não foi presa. As vítimas não tinham relação com os acusados, e o crime de feminicídio e latrocínio foram descartados. As investigações ainda aguardam laudos da perícia e outros documentos para consolidar a investigação.



