![]() |
| Advogados Isaque dos Santos Dutra e Dioníso da Costa absolveram o réu (sentado) |
![]() |
| Jari Espig |
“Será que os jurados estão com receio dos acusados? O corpo dos jurados não está bem preparado para assumir as suas obrigações constitucionais? Os promotores, por serem de outras comarcas, não conhecem a nossa realidade criminal? São questões que deverão ser debatidas com a máxima urgência, já que recebemos muitas manifestações da sociedade assisense.
Onda de impunidade
“A população está muito preocupada com o aumento de criminalidade; são abigeatos, lesões graves, roubos, tentativas e consumações de homicídios, crimes envolvendo famílias. Tudo isso, caso não haja uma reprimenda eficaz, irá gerar, o que já está acontecendo, uma segunda onda da impunidade. Essa sim, é mais grave ainda, pois decorre da ausência do Estado, como instituição de repressão organizada contra os crimes. Quando o criminoso sai impune; quem perde é a sociedade e nós todos”, diz Jari.
Advogados elogiados
“Por outro lado, as defesas estão muito bem estruturadas, o que merece o nosso elogio. Não são os advogados os culpados pelos resultados dos julgamentos, mas aqueles que recebem a incumbência de julgar os crimes mais graves e nem sempre observam o que exatamente está nos autos. O Tribunal do Júri não é um teatro, é uma instituição que deve ser formada por pessoas de coragem e que não tenham receio das consequências de seus votos”, reforça Jari Espig.



