A sua candidatura foi impugnada por ter uma condenação a oito anos de inelegibilidade pela Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RS. Ele teria participado de um esquema conhecido como “rachadinha”, no qual embolsava parte dos salários de servidores nomeados por ele.

Marlon Santos (PL) havia sido reeleito com 85.911 votos. Bibo Nunes deve entra em seu lugar
Por unanimidade, o TSE entendeu que Marlon Santos é considerado inelegível por atos de improbidade administrativa e enriquecimento ílicito. O ministro relator do caso, Carlos Horbach, citou casos de “rachadinha” nos anos de 2003 e 2004.
No fim da sessão, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, também rejeitou pedido do Podemos, que requeria a inclusão da sigla nos autos da sentença, para anular os votos recebidos por Marlon.
Nesse caso, quem assume a vaga é o deputado federal Bibo Nunes (PL), que ficou como primeiro suplente nas eleições de 02 de Outubro, pelo partido.
Bibo Nunes contabilizou 76.521 votos.




