Brasília, DF – A pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro voltou a enfrentar turbulência antes mesmo do início oficial da corrida eleitoral de 2026. A Justiça de São Paulo determinou a penhora de pagamentos futuros feitos pelo PL ou pelo próprio senador ao publicitário Eduardo Fischer, contratado para atuar no marketing político da campanha.
A decisão faz parte de uma ação movida pelo Banco Modal, que cobra uma dívida estimada em R$ 114 milhões do marqueteiro. Segundo reportagens sobre o caso, o banco pediu o bloqueio de eventuais repasses ao publicitário como forma de garantir o pagamento da dívida, que inclui juros, multa e correção monetária.
O episódio acontece em meio ao desgaste político enfrentado por Flávio Bolsonaro após as polêmicas envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master. Apesar de a ação não apontar irregularidades contra o senador, o caso aumenta a pressão sobre a pré-campanha, que agora passa a conviver com mais uma crise envolvendo Justiça, dinheiro e comunicação política.
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