
O Ministério Público do Rio de Janeiro revelou que o vereador Carlos Bolsonaro recebeu 129 mil em depósitos de dinheiro vivo, sendo que 91 mil foram realizados sem identificação do depositante. Um dos créditos, de 10 mil, foi feito uma semana antes de Carlos comprar um imóvel em Copacabana.
A conta do vereador está sob investigação no âmbito da operação “rachadinha”, que apura a prática de desvio de salários de funcionários da Câmara do Rio de Janeiro.
A Justiça autorizou, em 2021, a quebra de sigilo bancário de 25 servidores e ex-servidores da Câmara e de cinco empresas. O advogado do vereador não se manifestou sobre o caso. A investigação ainda não foi concluída. (Jornal Estado de Minas)



