Brasília – DF – O presidente Lula decidiu vetar R$ 400 milhões previstos para o pagamento de emendas parlamentares no Orçamento de 2026. Além desse corte direto, o governo vai remanejar ou bloquear outros R$ 11 bilhões da peça orçamentária. O prazo para a sanção da lei termina nesta quarta-feira e a decisão mexe no bolso dos políticos do Congresso Nacional.
Aumento de gastos barrado
O texto que os deputados e senadores aprovaram previa um total de 61 bilhões para as verbas indicadas por eles. Esse valor era 25% maior do que o autorizado em 2025, que ficou na casa dos 48 bilhões. Com o veto e os bloqueios feitos pelo presidente, o montante total para as emendas deve baixar para algo próximo de 50 bilhões.
Pressão no Congresso Nacional
A decisão de Lula ocorre no último dia do prazo e deve gerar chiadeira entre os parlamentares em Brasília. O governo tenta equilibrar as contas públicas segurando o repasse de verbas que os políticos usam em suas bases eleitorais. O Ministério do Planejamento agora trabalha para ajustar os números finais antes da publicação oficial no diário do governo.
Foco nas contas públicas
O bloqueio de 11 bilhões serve para garantir que o governo não gaste mais do que arrecada durante o ano. Se a arrecadação melhorar nos próximos meses, parte desse valor pode ser liberado para os ministérios. Por enquanto, a ordem é segurar o dinheiro para evitar problemas com a lei de responsabilidade das contas.
Fonte: Redação João Lemes com informações do Metrópoles.
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