Mato Grosso do Sul – Dourados – Um crime brutal chocou a cidade na madrugada desta sexta-feira (8). O lutador de muay thai Maicon Almeida de Oliveira, de 21 anos, espancou até a morte o idoso Carlos Roberto Marani, de 61 anos. O motivo do crime teria sido ciúmes da companheira de Maicon, que está grávida de um mês.
O caso
De acordo com a investigação, Maicon teria descoberto que sua companheira mantinha um relacionamento com o idoso. Enfurecido, ele iniciou uma série de agressões contra a mulher, que incluiu esganaduras, socos no rosto e apertos no braço. Segundo o depoimento da vítima, Maicon a ameaçou de morte e trancou todos os presentes em um quarto, incluindo os dois filhos dela, de 2 e 5 anos, e o irmão do lutador, de 9 anos.
Momentos depois, Carlos chegou ao local sem saber o que estava acontecendo. Conforme o relato de Maicon, o idoso teria tentado se defender com uma faca, mas ele deu início a uma sequência de golpes violentos, incluindo socos, cotoveladas e pisões na cabeça da vítima, que ficou irreconhecível.
Histórico de violência
Maicon já possuía antecedentes criminais por violência doméstica. Em outubro do ano passado, ele foi preso em flagrante por agredir uma mulher em Caarapó, cidade vizinha. Registros policiais também indicam que ele já havia ameaçado outras pessoas.
Apesar das agressões sofridas, a atual companheira de Maicon nunca havia registrado denúncia contra ele.
Prisão e acusações
Maicon foi preso em flagrante e deve responder por homicídio qualificado, lesão corporal e ameaça. A Polícia Civil solicitou a conversão da prisão em preventiva. O caso gerou grande repercussão e revolta na cidade, com clamores por justiça para Carlos Roberto Marani.
Repercussão
O crime gerou comoção nas redes sociais, com moradores da região expressando indignação e apoio à família da vítima. “É uma tragédia sem tamanho. Espero que ele pague por tudo o que fez”, comentou uma usuária em uma postagem sobre o caso.
A Polícia segue investigando, enquanto Maicon permanece sob custódia, aguardando decisão judicial. A comunidade local clama para que a justiça seja feita e que casos de violência sejam tratados com a devida seriedade. (G1)
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