(J.Lemes)
O futuro deputado Miguel Bianchini não quer perder o jeito pra lidar com as coisas simples do dia a dia. Aí na foto ele prepara uma cozinhada de mandioca enquanto toma a sua cervejinha de final de semana.
Mandioca ou aipim?
O leitor Edison Dorneles observa: “No meio dos porto-alegrenses esnobes não existe mandioca; eles a chamam de “aipim”, contrariando a denominação que os próprios índios deram. Eles foram os descobridores da mandioca como complemento divino para uma costela assada.
É mandioca e pronto!
E aqui em Santiago tem muita propaganda e se vê nos próprios cartazes em mercados a chamando de “aipim”. Mas ninguém diz nem nunca vai dizer essa denominação. Aqui segue sendo mandioca. Não adianta insistir.
Obs. Esta raiz serve de estudos por ser uma variedade linguística brasileira. Em alguns lugares é aipim, noutros é macaxeira (norte) e aqui pra Santiago e para o resto do Rio Grande (menos Porto Alegre) é mandioca.
Macaxeira: do Tupi-Guarani – maka’xera “espíritos dos caminhos e das obras”.


